Olá sou Alexsandra, fiz este blog didático com a orientação da minha professora de Língua Portuguesa, Ilvanita. Com intuito de publicar sínteses de contos, livros lidos na biblioteca da escola e produções textuais trabalhadas em sala. Podemos também dar dicas de filmes, livros e músicas.. Aproveite.
terça-feira, 21 de outubro de 2014
Energia
não renováveis
A energia não renovável
é aquela que se obtém de fontes que, a curto ou longo prazo, se podem esgotar,
exemplos: Petróleo, carvão, gás natural, urânio e crude.
Recursos naturais não
renováveis
Os recursos naturais não
renováveis, encontram-se na crosta terrestre, a formação exige um consumo lento
da energia.
Energias não renováveis
- Crude
- Carvão
- Gás Natural
- Petróleo
- Urânio
Energia
Renováveis
A exploração intensiva
de recursos energéticos limitados (como os carvões minerais, o petróleo e o gás
natural) tem levado os cientistas a procurar formas de energia que, ao
contrário daquelas, não se esgotem. Entre estas formas de energia encontram-se
a solar, a eólica, a das marés, a geotérmica e a hidroeléctrica.
Recursos Naturais renováveis
Os recursos naturais renováveis ,são considerados quando não conduz ao
seu desaparecimento ,para isso devem ser fornecidos em abundância pela natureza
,ou recriados a um ritmo rápido o que é hoje muito difícil com o consumo que se
faz.
Energias renováveis
- Bioenergia
- Biogás
- Carvão mineral
- Carvão vegetal
- Carvão vulcânico
- Energia das marés
- Energia eólica
- Energia solar
- Energia geotérmica
- Energia hidroeléctrica
Quanto você gasta com energia elétrica?
NA COZINHA
Nesse cômodo, os cooktops e refrigeradores são os maiores consumidores de energia elétrica. Na verdade, eles respondem por um dos mais altos gastos da casa inteira. Por isso, vale a pena se dedicar à pesquisa na hora da compra e escolher um modelo que apresente o selo Procel.
Geladeira de 1 porta
Gasto médio: 25,2 kWh (considerando consumo ininterrupto durante o mês)
Geladeira de 1 porta frost-free
Gasto médio: 39,6 kWh (considerando consumo ininterrupto durante o mês)
Geladeira de 2 portas
Gasto médio: 48,24 kWh (considerando consumo ininterrupto durante o mês)
Nesse cômodo, os cooktops e refrigeradores são os maiores consumidores de energia elétrica. Na verdade, eles respondem por um dos mais altos gastos da casa inteira. Por isso, vale a pena se dedicar à pesquisa na hora da compra e escolher um modelo que apresente o selo Procel.
Geladeira de 1 porta
Gasto médio: 25,2 kWh (considerando consumo ininterrupto durante o mês)
Geladeira de 1 porta frost-free
Gasto médio: 39,6 kWh (considerando consumo ininterrupto durante o mês)
Geladeira de 2 portas
Gasto médio: 48,24 kWh (considerando consumo ininterrupto durante o mês)
Para
economizar
1-Mantenha o congelador
sempre limpo, com pouco gelo.
2-Não abra a geladeira sem necessidade; cada vez que a porta é aberta, a temperatura do interior da máquina aumenta e o motor precisa trabalhar mais para recuperar o frio. Um estudo realizado pela Universidade da Flórida, nos Estados Unidos, mostrou que é possível economizar entre 50 e 120 kWh anuais se a geladeira não for aberta desnecessariamente.
2-Não abra a geladeira sem necessidade; cada vez que a porta é aberta, a temperatura do interior da máquina aumenta e o motor precisa trabalhar mais para recuperar o frio. Um estudo realizado pela Universidade da Flórida, nos Estados Unidos, mostrou que é possível economizar entre 50 e 120 kWh anuais se a geladeira não for aberta desnecessariamente.
Eficiência no consumo de gás
Os fogões gastam bastante energia, mas não a elétrica. A energia que eles consomem é a que vem do gás (do botijão ou encanado). Por isso, recebem outro selo — o do Programa Nacional da Racionalização do uso dos Derivados do Petróleo e do Gás Natural (Conpet) —, que verifica a eficiência no consumo desse insumo. Em vigor desde 2005, o Conpet é uma referência confiável para os consumidores. De forma similar ao Procel, concedido aos aparelhos elétricos mais eficientes, esse indicador é concedido aos aparelhos consumidores de gás que obtêm melhor classificação.
Os fogões gastam bastante energia, mas não a elétrica. A energia que eles consomem é a que vem do gás (do botijão ou encanado). Por isso, recebem outro selo — o do Programa Nacional da Racionalização do uso dos Derivados do Petróleo e do Gás Natural (Conpet) —, que verifica a eficiência no consumo desse insumo. Em vigor desde 2005, o Conpet é uma referência confiável para os consumidores. De forma similar ao Procel, concedido aos aparelhos elétricos mais eficientes, esse indicador é concedido aos aparelhos consumidores de gás que obtêm melhor classificação.
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
FALTA DE ÁGUA NO PLANETA TERRA
Não
existe vida sem água
A vida, como nós a conhecemos, não existe sem água.
Todos os organismos contêm água, que aparece como o constituinte químico mais
abundante na célula, participando diretamente dos principais processos vitais.
É so lembrar que na fotossíntese, processo básico da vida, o gás carbônico e a
água são usados para a síntese de glicose, o principal alimento energético da
célula.
A quantidade de água disponível
Uma
das questões mais preocupantes para o mundo, na atualidade, é a quantidade de
água disponível tanto para a vida humana, quanto para a economia. Tal
preocupação, aparentemente contraditória, é real quando comparamos as
quantidades de água existente e disponível. A contradição reside no fato de que
70% da superfície da Terra é coberta por água, atingindo um volume de 1,5
milhões de km2. Mas é preciso lembrar que 98% dessa água é salgada e imprópria
para o uso, a menos que seja dessalinizada, processo oneroso demais para suprir
grandes populações. Dos restantes 2% de água doce, boa parte aparece retida, na
forma de gelo, em calotas polares ou então na forma de águas subterrâneas.
Conclusão: apenas cerca de 0,44% da água do planeta Terra aparece em
disponibilidade para os seres vivos.
A crise da água
O crescimento desordenado das cidades gera dois graves problemas:
poluição e consumo. A poluição é determinada pelo lançamento e acúmulo, nas
águas, de esgotos domésticos e despejos industriais. Uma vez poluída, a água
não pode ser consumida, afetando a saúde humana, bem como as outras formas de
vida. É evidente que a poluição hídrica é intensificada com o aumento da
pobreza. Sabemos que em regiões pobres, normalmente situadas na periferia das
grandes cidades, os esgotos sanitários e o lixo doméstico, sem qualquer
tratamento, são diretamente lançados em águas. Estudos feitos pela UNESCO
mostram que, desde o começo do século, o consumo d’água aumenta numa proporção
de duas vezes o crescimento populacional.
A previsão é de que, nos próximos 50 anos, o consumo de água
deverá superar a quantidade disponível para o uso.
Como prevenir a crise da água?
Existem inúmeras medidas que, se forem
tomadas, reduzirão em muito o consumo de água; entre as principais podemos
citar:
- economizar água evitando o desperdício;
- saneamento básico, ou seja, tratamento dos
esgotos domésticos;
- tratamento dos poluentes líquidos industriais
para que possam ser reutilizados;
- projetos de irrigação evitando o consumo
exagerado;
- proteção dos mananciais das regiões de
nascentes dos rios.
Enfim, a falta de água é tão evidente
que ela passou a ser considerada o ouro do século XXI.
O aquecimento global afetará
diretamente os ecossistemas de água doce
A estabilidade dos ecossistemas de água doce estará seriamente
comprometida se a temperatura do planeta aumentar, de acordo com cientistas.
Pesquisadores
da Universidade Queen Mary, de Londres, analisaram o plâncton que existe em
água doce – estruturas pequenas que são a base da cadeia alimentar nos meios
aquáticos. Eles aqueceram o plâncton em 4 graus Celsius, o aumento de
temperatura que os rios do planeta podem ter no próximo século, e fizeram uma
descoberta alarmante.
O fitoplâncton, plantas microscópicas, sofriam uma diminuição considerável em
seu tamanho quando expostos a temperaturas maiores. Basicamente, o fitoplâncton
maior pode fazer mais fotossíntese, mesmo que o fitoplâncton menor esteja em
maior número.
Pelo
fitoplâncton ser capaz de produzir seu próprio alimento, eles são uma fonte de
alimento para o zôoplancton – animais muito pequenos que, por sua vez, servem
de alimento para animais um pouco maiores, seguindo-se, assim, a progressão
natural da cadeia alimentar.
Mas
quando o fitoplâncton se modifica, toda essa escala é comprometida.
Os
cientistas responsáveis pela pesquisa acreditam que isso não quer dizer que a
vida em água doce será extinta, mas que existirão mudanças e que ela,
provavelmente, não ficará parecida com o modelo que conhecemos hoje.
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