terça-feira, 21 de outubro de 2014

VÍDEO SOBRE O GASTO DE ENERGIA 


Energia não renováveis

A energia não renovável é aquela que se obtém de fontes que, a curto ou longo prazo, se podem esgotar, exemplos: Petróleo, carvão, gás natural, urânio e crude.

 Recursos naturais não renováveis

 Os recursos naturais não renováveis, encontram-se na crosta terrestre, a formação exige um consumo lento da energia. 

Energias não renováveis

  • Crude
  • Carvão
  • Gás Natural
  • Petróleo
  • Urânio

Energia Renováveis

A exploração intensiva de recursos energéticos limitados (como os carvões minerais, o petróleo e o gás natural) tem levado os cientistas a procurar formas de energia que, ao contrário daquelas, não se esgotem. Entre estas formas de energia encontram-se a solar, a eólica, a das marés, a geotérmica e a hidroeléctrica.

Recursos Naturais renováveis

Os recursos naturais renováveis ,são considerados quando não conduz ao seu desaparecimento ,para isso devem ser fornecidos em abundância pela natureza ,ou recriados a um ritmo rápido o que é hoje muito difícil com o consumo que se faz.

Energias renováveis

  • Bioenergia
  • Biogás
  • Carvão mineral
  • Carvão vegetal
  • Carvão vulcânico
  • Energia das marés
  • Energia eólica
  • Energia solar
  • Energia geotérmica
  • Energia hidroeléctrica


Quanto você gasta com energia elétrica?

NA COZINHA

Nesse cômodo, os cooktops e refrigeradores são os maiores consumidores de energia elétrica. Na verdade, eles respondem por um dos mais altos gastos da casa inteira. Por isso, vale a pena se dedicar à pesquisa na hora da compra e escolher um modelo que apresente o selo Procel.

Geladeira de 1 porta
Gasto médio: 25,2 kWh (considerando consumo ininterrupto durante o mês)

Geladeira de 1 porta frost-free
Gasto médio: 39,6 kWh (considerando consumo ininterrupto durante o mês)

Geladeira de 2 portas
Gasto médio: 48,24 kWh (considerando consumo ininterrupto durante o mês)

Para economizar

1-Mantenha o congelador sempre limpo, com pouco gelo.

2-Não abra a geladeira sem necessidade; cada vez que a porta é aberta, a temperatura do interior da máquina aumenta e o motor precisa trabalhar mais para recuperar o frio. Um estudo realizado pela Universidade da Flórida, nos Estados Unidos, mostrou que é possível economizar entre 50 e 120 kWh anuais se a geladeira não for aberta desnecessariamente.


Eficiência no consumo de gás

Os fogões gastam bastante energia, mas não a elétrica. A energia que eles consomem é a que vem do gás (do botijão ou encanado). Por isso, recebem outro selo — o do Programa Nacional da Racionalização do uso dos Derivados do Petróleo e do Gás Natural (Conpet) —, que verifica a eficiência no consumo desse insumo. Em vigor desde 2005, o Conpet é uma referência confiável para os consumidores. De forma similar ao Procel, concedido aos aparelhos elétricos mais eficientes, esse indicador é concedido aos aparelhos consumidores de gás que obtêm melhor classificação.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

VÍDEO SOBRE A FALTA DE ÁGUA


FALTA DE ÁGUA NO PLANETA TERRA


Não existe vida sem água

A vida, como nós a conhecemos, não existe sem água. Todos os organismos contêm água, que aparece como o constituinte químico mais abundante na célula, participando diretamente dos principais processos vitais. É so lembrar que na fotossíntese, processo básico da vida, o gás carbônico e a água são usados para a síntese de glicose, o principal alimento energético da célula.

A quantidade de água disponível

Uma das questões mais preocupantes para o mundo, na atualidade, é a quantidade de água disponível tanto para a vida humana, quanto para a economia. Tal preocupação, aparentemente contraditória, é real quando comparamos as quantidades de água existente e disponível. A contradição reside no fato de que 70% da superfície da Terra é coberta por água, atingindo um volume de 1,5 milhões de km2. Mas é preciso lembrar que 98% dessa água é salgada e imprópria para o uso, a menos que seja dessalinizada, processo oneroso demais para suprir grandes populações. Dos restantes 2% de água doce, boa parte aparece retida, na forma de gelo, em calotas polares ou então na forma de águas subterrâneas. Conclusão: apenas cerca de 0,44% da água do planeta Terra aparece em disponibilidade para os seres vivos.

A crise da água

O crescimento desordenado das cidades gera dois graves problemas: poluição e consumo. A poluição é determinada pelo lançamento e acúmulo, nas águas, de esgotos domésticos e despejos industriais. Uma vez poluída, a água não pode ser consumida, afetando a saúde humana, bem como as outras formas de vida. É evidente que a poluição hídrica é intensificada com o aumento da pobreza. Sabemos que em regiões pobres, normalmente situadas na periferia das grandes cidades, os esgotos sanitários e o lixo doméstico, sem qualquer tratamento, são diretamente lançados em águas. Estudos feitos pela UNESCO mostram que, desde o começo do século, o consumo d’água aumenta numa proporção de duas vezes o crescimento populacional.
A previsão é de que, nos próximos 50 anos, o consumo de água deverá superar a quantidade disponível para o uso.

Como prevenir a crise da água?

Existem inúmeras medidas que, se forem tomadas, reduzirão em muito o consumo de água; entre as principais podemos citar:
  1. economizar água evitando o desperdício;
  2. saneamento básico, ou seja, tratamento dos esgotos domésticos;
  3. tratamento dos poluentes líquidos industriais para que possam ser reutilizados;
  4. projetos de irrigação evitando o consumo exagerado;
  5. proteção dos mananciais das regiões de nascentes dos rios.
Enfim, a falta de água é tão evidente que ela passou a ser considerada o ouro do século XXI.



O aquecimento global afetará diretamente os ecossistemas de água doce


A estabilidade dos ecossistemas de água doce estará seriamente comprometida se a temperatura do planeta aumentar, de acordo com cientistas.
Pesquisadores da Universidade Queen Mary, de Londres, analisaram o plâncton que existe em água doce – estruturas pequenas que são a base da cadeia alimentar nos meios aquáticos. Eles aqueceram o plâncton em 4 graus Celsius, o aumento de temperatura que os rios do planeta podem ter no próximo século, e fizeram uma descoberta alarmante.
O fitoplâncton, plantas microscópicas, sofriam uma diminuição considerável em seu tamanho quando expostos a temperaturas maiores. Basicamente, o fitoplâncton maior pode fazer mais fotossíntese, mesmo que o fitoplâncton menor esteja em maior número.
Pelo fitoplâncton ser capaz de produzir seu próprio alimento, eles são uma fonte de alimento para o zôoplancton – animais muito pequenos que, por sua vez, servem de alimento para animais um pouco maiores, seguindo-se, assim, a progressão natural da cadeia alimentar.
Mas quando o fitoplâncton se modifica, toda essa escala é comprometida.
Os cientistas responsáveis pela pesquisa acreditam que isso não quer dizer que a vida em água doce será extinta, mas que existirão mudanças e que ela, provavelmente, não ficará parecida com o modelo que conhecemos hoje.