segunda-feira, 8 de junho de 2015

PROCESSO SELETIVO DE LIXO E RECICLAGEM

Coleta seletiva de lixo é um processo que consiste na separação e recolhimento dos resíduos descartados por empresas e pessoas. Desta forma, os materiais que podem ser reciclados são separados do lixo orgânico (restos de carne, frutas, verduras e outros alimentos). Este último tipo de lixo é descartado em aterros sanitários ou usado para a fabricação de adubos orgânicos.

A reciclagem 

No sistema de coleta seletiva, os materiais recicláveis são separados em: papéis, plásticos, metais e vidros. Existem indústrias que reutilizam estes materiais para a fabricação de matéria-prima ou até mesmo de outros produtos.

Descarte apropriado de alguns tipos de lixos: 

Pilhas, baterias comuns e de celular também são separadas, pois quando descartadas no meio ambiente provocam contaminação do solo. Embora não possam ser reutilizados, estes materiais ganham um destino apropriado para não gerarem a poluição do meio ambiente. 

Medicamentos não devem ser descartados junto com o lixo orgânico, pois possuem substâncias químicas que podem contaminar o solo e a água. Algumas redes de farmácias possuem pontos de coleta de medicamentos que não são mais usados.

Lâmpadas fluorescentes também necessitam de descarte especial. Em seu interior, uma lâmpada deste tipo possui vapor de mercúrio, gás tóxico, que contamina o ar quando quebrada. Algumas lojas de materiais elétricos e de construção possuem pontos de coletas destes materiais.

Os lixos hospitalares também merecem um tratamento especial, pois costumam estar infectados com grande quantidade de vírus e bactérias. Desta forma, são retirados dos hospitais de forma específica (com procedimentos seguros) e levados para a incineração em locais especiais.




Aterro sanitário:

Os aterros sanitários são importantes, pois solucionam parte dos problemas causados pelo excesso de lixo gerado nas grandes cidades.
Os aterros sanitários apresentam em geral a seguinte configuração: setor de preparação, setor de execução e setor concluído. Alguns aterros desenvolvem esses setores concomitantes em várias áreas, outros de menor porte desenvolvem cada setor de cada vez.
Na preparação da área são realizados, basicamente, a impermeabilização e o nivelamento do terreno, as obras de drenagem para captação do chorume (ou percolado) para conduzi-lo ao tratamento, além das vias de circulação. As áreas limítrofes do aterro devem apresentar uma cerca viva para evitar ou diminuir a proliferação de odores e a poluição visual.
Na execução os resíduos são separados de acordo com suas características e depositados separadamente. Antes de ser depositado todo o resíduo é pesado, com a finalidade de acompanhamento da quantidade de suporte do aterro. Os resíduos que produzem material percolado são geralmente revestidos por uma camada selante
Atingida a capacidade de disposição de resíduos em um setor do aterro, esse é revegetado, com os resíduos sendo então depositados em outro setor. Ao longo dos trabalhos de disposição e mesmo após a conclusão de um setor do aterro, os gases produzidos pela decomposição do lixo devem ser queimados e os percolados devem ser captados. Em complemento, também devem ser realizadas obras de drenagem das águas pluviais.
Os setores concluídos devem ser objeto de contínuo e permanente  monitoramento para avaliar as obras de captação dos percolados e as obras de drenagem das águas superficiais, avaliar o sistema de queima dos gases e a eficiência dos trabalhos de revegetação. Nesse sentido, segundo IPT (1995), as seguintes técnicas de monitoramento são geralmente utilizadas: piezometria, poços de monitoramento, inclinômetro, marcos superficiais e controle da vazão.







Na natureza todas as plantas e animais mortos apodrecem e se decompõe. São destruídos por larvas minhocas, bactérias e fungos, e os elementos químicos que eles contém voltam à terra. Podem ficar no solo, nos mares ou rios e serão usados novamente por plantas e animais. É um processo natural de reutilização de matérias. É um interminável ciclo de morte, decomposição, nova vida e crescimento. A natureza é muito eficiente no tratamento do lixo. Na realidade, não há propriamente lixo, pois ele é novamente usado e se transforma em substâncias reaproveitáveis.
Enquanto a natureza se mostra eficiente em reaproveitamento e reciclagem, os homens o são em produção de lixo.

Os ciclos naturais de decomposição e reciclagem da matéria podem reaproveitar o lixo humano. Contudo, uma grande parte deste lixo sobrecarrega o sistema. O problema se agrava porque muitas das substâncias manufaturadas pelo homem não são biodegradáveis, isto é não se decompõe facilmente. Vidros , latas e alguns plásticos não são biodegradáveis e levam muitos anos para se decompor. Esse lixo pode provocar a poluição.
A reciclagem do lixo assume um papel fundamental na preservação do meio ambiente, pois, além de diminuir a extração de recursos naturais ela também diminui o acúmulo de resíduos nas áreas urbanas. Os benefícios obtidos são enormes para a sociedade, para a economia do país e para a natureza. Embora não seja possível aproveitar todas as embalagens, a tendência é que tal possibilidade se concretize no futuro.
O tratamento do lixo doméstico no Brasil é realmente uma tragédia, 76% dos 70 milhões de quilos produzidos por dia, são lançados a céu aberto, 10% em lixões controlados, 9% para aterros sanitários e apenas 2% é reciclado. A realidade está mudando, hoje as pessoas que pensam um pouco mais neste planeta recorrem a alternativas que podem minimizar esta situação caótica. Pressione as prefeituras para adotarem a coleta seletiva como alternativa.
Reduzir, Reutilizar e Reciclar são as palavras “da hora”.
Os catadores de papel que na maioria das cidades são marginalizados, na verdade contribuem com uma significativa parcela no processo de reciclagem dos materiais descartados nos grandes centros urbanos.
Perigos
Quando não recebe tratamento adequado, constitui um problema sanitário, transmitindo várias doenças como diarréias infecciosas, amebíase, parasitose, servindo ainda como abrigo seguro para ratos, baratas, urubus (que podem derrubar aviões), além de contaminar os lençóis freáticos através do chorume (liquido altamente tóxico que resulta da composição da matéria orgânica associada com os metais pesados)


TABELA DE DECOMPOSIÇÃO DE DIFERENTES MATERIAIS:


Notícias:

Publicado em 10/11/2009 às 12h05:


Cada brasileiro produz em média 1 kg de lixo por dia


No Brasil, a média de lixo produzido diariamente por cada habitante é de 1 kg. O número parece pequeno, mas é gigante quando multiplicado pelos 190 milhões de brasileiros. 

A produção de lixo está relacionada com o consumo. De toda a população mundial, os 20% mais ricos são responsáveis por 90% do consumo e por isso, geram a maior parte do lixo. 

A série de reportagens especiais O Homem e o Lixo exibida pelo Jornal da Record mostra que por todo o país diversos lixões e aterros se espalham.


Sábado, 5 de junho de 2010 - 13h06 Atualizado em segunda-feira, 1 de janeiro de 1900 - 00h01

 

Brasil produz 240 mil toneladas de lixo por dia


Brasil recicla apenas 2%  do lixo urbano.

Cristiane Andrade l cidades@eband.com.br

Cada brasileiro produz de 600 gramas a 1 quilo de lixo por dia. Se este número for multiplicado pela quantidade de pessoas que moram hoje no Brasil, os números são assustadores, mais de 240 mil toneladas de lixo produzidas diariamente.

E apesar de 45% deste lixo brasileiro ser reciclável (4% é metal, 3% é vidro, 3% é plástico, e papel e papelão somam 25%), o Brasil recicla apenas 2% do lixo urbano, segundo as fichas técnicas da Associação Empresarial para Reciclagem (CEMPRE). O restante do lixo vai para lixões (75%), aterros controlados (13%) e aterros sanitários (10%).

1 em cada 1.000 brasileiros é catador

Estima-se que 1 em cada 1.000 brasileiros seja catador de lixo.  A cidade de São Paulo possui mais de 20 mil  carroceiros, centenas de  catadores e mais de 3.200 coletores de lixo. 

Segundo dados da Unicef, existe mais de 50 mil crianças que trabalham nos lixões do Brasil em busca de comida para seu sustento e da família.

O que pode ser reciclado?

Papel reciclável: cadernos, papéis de escritório em geral; jornais, revistas;  papéis de embrulho em geral, papel de seda; papéis para fins sanitários - papéis higiênicos, papel toalha, guardanapos, lenços de papel; cartões e cartolinas; papéis especiais - papel kraft, papel heliográfico, papel filtrante, papel de desenho.

Não servem para reciclagem: papel vegetal, papel celofane, papéis encerados ou impregnados com substâncias impermeáveis, papel-carbono, papéis sanitários usados, papéis sujos, engordurados ou contaminados com alguma substância nociva à saúde, papéis  revestidos com algum tipo de parafina ou silicone também não podem ser reciclados, fotografia, fitas adesivas e etiquetas adesivas.

Plástico reciclável: todos os tipos de embalagens de xampus, detergentes, copos, garrafas, potes, acrílicos e outros produtos domésticos; tampas plásticas, sacolas e sacos plásticos; embalagens de plástico de ovos, frutas e legumes; utensílios plásticos usados como canetas esferográficas, escovas de dentes, baldes, artigos de cozinha.

Não servem para reciclagem: tomadas; cabos de panelas; adesivos; espuma; plásticos tipo celofane;  embalagens plásticas metalizadas (de salgadinhos, por exemplo).

Vidro reciclável: todos os vidros de garrafas de bebida alcoólica e não-alcoólica; frascos em geral (molhos, condimentos, remédios, perfumes, produtos de limpeza);  potes de produtos alimentícios; copos.

Não servem para reciclagem: espelhos; portas de vidro; boxes temperados; óculos; porcelanas; vidros especiais;  vidros de automóveis;  lâmpadas; tubos de televisão e válvulas;   ampolas de medicamentos e cristal.

Metal reciclável: tampinhas de garrafas; latas; enlatados; panelas sem cabo; ferragens; arames; chapas; canos; pregos; e cobre.

Não servem para reciclagem: clipes; esponja de aço; aerossóis; latas de tinta; latas de verniz; solventes; químicos e inseticidas.

Lixo rural:

Quem vive no espaço urbano pode ter a falsa impressão de que no meio rural, que concentra apenas cerca de 19 % da população (1), o problema do lixo é insignificante. Como veremos a seguir, os resíduos da produção vegetal e animal podem gerar uma quantidade de lixo muito significativa. Todavia, parte considerável do problema pode virar solução no dia-a-dia da propriedade.

Dados do IBGE (2) mostram que o trabalho de coleta de lixo na área rural ainda é insuficiente, atingindo apenas 20% dos domicílios brasileiros. Entre as famílias residentes nas áreas rurais, 60,6% não contam com serviços de abastecimento de água e cerca de 80% informam não dispor de serviços de coleta de lixo. No início dessa década 52,5% do lixo do meio rural era enterrado ou queimado. A realidade mostra que o lixo rural tem coleta cara e difícil o que leva os agricultores a optarem por enterrá-lo ou queimá-lo.


O que se encontra no lixo rural:

O lixo pode ter composição extremamente variada, dependendo basicamente da natureza de sua fonte produtora. Além de suas origens, o lixo também varia qualitativa e quantitativamente com as estações do ano, com as condições climáticas, com os hábitos e o padrão de vida da população. Em suma, podemos dizer que “os resíduos sólidos representam o fiel retrato da sociedade que os geram”, e quando expostos nas vias públicas ou nas propriedades rurais, mostram o nível de competência das pessoas ou empresas responsáveis por sua administração. Um aspecto interessante é que nas propriedades orgânicas que recebem um selo de certificação, uma disposição inadequada do lixo pode causar a perda do credenciamento junto à entidade certificadora.

Além de todos os tipos de lixo normal, que incluem a matéria orgânica do dia-a-dia, restos de alimentos, o material reciclável (vidros, latas, papel e plásticos), entre outros mais comuns, alguns tipos não despertam cuidados e podem causar sérios danos ao ambiente da propriedade, por conter elementos químicos na forma iônica que são absorvidos e acumulados pelo organismo. São elementos presentes nas pilhas e baterias, que lança níquel e cádmio no ambiente; nas lâmpadas que possuem mercúrio, um metal pesado e tóxico que pode contaminar solos e a água; nas pastilhas e lonas de freios, que contêm amianto e se acumula nos pulmões; nos adubos químicos, que são ricos em fósforo; nas embalagens de agrotóxicos e produtos veterinários, além de dejetos de animais com especial atenção para suínos e aves.

Os países que mais reciclam:

 


Um dos maiores desafios do nosso mundo atual é resolver a questão do desperdício de reciclar ao máximo tudo que produzimos os Estados Unidos é o país no mundo onde se mais recicla,o Brasil aparece numa ótima posição.veja os países onde se mais reciclam o lixo.

1º Estados Unidos ( recicla 55,2 milhões de toneladas de lixo )
2º China ( recicla 53,3  milhões de toneladas de lixo )
3º Japão ( recicla 27  milhões de toneladas de lixo )
4º Alemanha ( recicla 15,8  milhões de toneladas de lixo )
5º Itália ( recicla 13 milhões de toneladas de lixo )
6º Reino Unido ( recicla 5,9 milhões de toneladas de lixo )
7º França ( recicla 4,8 milhões de toneladas de lixo )
8º Canadá ( recicla 3,3 milhões de toneladas de lixo )
9º Austrália ( recicla 2,4 milhões de toneladas de lixo )
10º Espanha ( recicla 1,9 milhões de toneladas de lixo )
11º Brasil ( recicla 1,4  milhões de toneladas de lixo )
12º México ( recicla 1,1 milhões de toneladas de lixo )
13º Colômbia ( recicla 0,18 milhões de toneladas de lixo )

Curiosidades:

1. A cada 24 horas, o Brasil produz 240 mil toneladas de lixo - sujeira que seria suficiente para lotar 1.160 aviões cargueiros do tipo Boeing 747. Em 1982, cada brasileiro jogava fora meio quilo de lixo por dia. Em 1996, a média foi de 750 gramas per capita. Em 2012, o valor atingiu 1 kg. Ainda é pouco comparado com o Japão, onde cada habitante produz 2 quilos de lixo ao dia.

2. São Paulo é a cidade brasileira que mais produz lixo. São 56 mil toneladas geradas todos os dias, quantidade que preencheria um prédio de 30 andares. Cerca de 42 mil toneladas, ou 75% dos resíduos, recebem destinação final adequada. Cada paulistano é responsável por gerar 1,4 kg de lixo por dia.

3. Na década de 1980, Cubatão (SP), o maior polo petroquímico do país, foi considerada a cidade mais poluída do mundo. As indústrias despejavam a cada ano 4,7 milhões de toneladas de lixo sem tratamento no solo e na água de Cubatão. Esse número diminuiu para 1,6 milhão de toneladas, pois as fábricas desenvolveram processos que produzem menos sujeira e utilizam filtros apropriados para tratar os dejetos químicos.

4. A queima de lixo libera até 27 metais pesados e gases. Eles constribuem para a formação de chuva ácida.

5. Uma família de classe média joga fora cerca de 500 g de alimentos por dia. Em 20 anos, isso equivale a 3,6 toneladas. Se 1 milhão de famílias reduzissem essa quantidade pela metade, haveria uma economia anual de 90 mil toneladas de comida.

6. Em 2012, foram produzidos 64 milhões de toneladas de resíduos no país. Daria para encher de lixo 178 estádios do Maracanã. Cerca de 24 milhões de toneladas (ou 37%) foram enviados a destinos inadequados. 

7. O Nordeste é a região brasileira em que há a maior quantidade de lixo sem destinação adequada. Lá, 65% dos resíduos recolhidos são encaminhados para lixões a céu aberto.

8. O estado de Roraima, na região Norte, é o que menos produz lixo no Brasil. São geradas apenas 350 toneladas diárias, ou 870 g por habitante. Só 35 toneladas, no entanto, ou 10% do lixo produzido, recebem destinação final adequada.

9. Os moradores de Santa Catarina, na região Sul, são os mais econômicos do país ao produzir lixo. Cada um gera 809 g de resíduos diariamente. No Distrito Federal, por outro lado, a população não parece ter a mesma preocupação. Lá, cada um produz 1,6 kg de lixo por dia.
10. Uma em cada três pessoas no país não faz ideia de onde vai parar todo o lixo que ela produz por dia. Se você é uma delas, aprenda: a grande maioria do lixo produzido no Brasil é destinada a aterros sanitários. Lá, essa matéria é fermentada, gerando o chorume e o gás metano. Outra parte do lixo vai para usinas de reciclagem, solução muito mais ecológica. O processo, no entanto, é 15 vezes mais caro do que o realizado nos aterros.

CHARGES SOBRE O LIXO:








 Vídeos sobre o assunto:


A importância da reciclagem 




 Separação do lixo é fundamental:

O processo da coleta seletiva:


Lixo rural:
 





TRABALHO SODIPROM - JUNHO DE 2015














terça-feira, 21 de outubro de 2014

VÍDEO SOBRE O GASTO DE ENERGIA 


Energia não renováveis

A energia não renovável é aquela que se obtém de fontes que, a curto ou longo prazo, se podem esgotar, exemplos: Petróleo, carvão, gás natural, urânio e crude.

 Recursos naturais não renováveis

 Os recursos naturais não renováveis, encontram-se na crosta terrestre, a formação exige um consumo lento da energia. 

Energias não renováveis

  • Crude
  • Carvão
  • Gás Natural
  • Petróleo
  • Urânio

Energia Renováveis

A exploração intensiva de recursos energéticos limitados (como os carvões minerais, o petróleo e o gás natural) tem levado os cientistas a procurar formas de energia que, ao contrário daquelas, não se esgotem. Entre estas formas de energia encontram-se a solar, a eólica, a das marés, a geotérmica e a hidroeléctrica.

Recursos Naturais renováveis

Os recursos naturais renováveis ,são considerados quando não conduz ao seu desaparecimento ,para isso devem ser fornecidos em abundância pela natureza ,ou recriados a um ritmo rápido o que é hoje muito difícil com o consumo que se faz.

Energias renováveis

  • Bioenergia
  • Biogás
  • Carvão mineral
  • Carvão vegetal
  • Carvão vulcânico
  • Energia das marés
  • Energia eólica
  • Energia solar
  • Energia geotérmica
  • Energia hidroeléctrica


Quanto você gasta com energia elétrica?

NA COZINHA

Nesse cômodo, os cooktops e refrigeradores são os maiores consumidores de energia elétrica. Na verdade, eles respondem por um dos mais altos gastos da casa inteira. Por isso, vale a pena se dedicar à pesquisa na hora da compra e escolher um modelo que apresente o selo Procel.

Geladeira de 1 porta
Gasto médio: 25,2 kWh (considerando consumo ininterrupto durante o mês)

Geladeira de 1 porta frost-free
Gasto médio: 39,6 kWh (considerando consumo ininterrupto durante o mês)

Geladeira de 2 portas
Gasto médio: 48,24 kWh (considerando consumo ininterrupto durante o mês)

Para economizar

1-Mantenha o congelador sempre limpo, com pouco gelo.

2-Não abra a geladeira sem necessidade; cada vez que a porta é aberta, a temperatura do interior da máquina aumenta e o motor precisa trabalhar mais para recuperar o frio. Um estudo realizado pela Universidade da Flórida, nos Estados Unidos, mostrou que é possível economizar entre 50 e 120 kWh anuais se a geladeira não for aberta desnecessariamente.


Eficiência no consumo de gás

Os fogões gastam bastante energia, mas não a elétrica. A energia que eles consomem é a que vem do gás (do botijão ou encanado). Por isso, recebem outro selo — o do Programa Nacional da Racionalização do uso dos Derivados do Petróleo e do Gás Natural (Conpet) —, que verifica a eficiência no consumo desse insumo. Em vigor desde 2005, o Conpet é uma referência confiável para os consumidores. De forma similar ao Procel, concedido aos aparelhos elétricos mais eficientes, esse indicador é concedido aos aparelhos consumidores de gás que obtêm melhor classificação.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

VÍDEO SOBRE A FALTA DE ÁGUA


FALTA DE ÁGUA NO PLANETA TERRA


Não existe vida sem água

A vida, como nós a conhecemos, não existe sem água. Todos os organismos contêm água, que aparece como o constituinte químico mais abundante na célula, participando diretamente dos principais processos vitais. É so lembrar que na fotossíntese, processo básico da vida, o gás carbônico e a água são usados para a síntese de glicose, o principal alimento energético da célula.

A quantidade de água disponível

Uma das questões mais preocupantes para o mundo, na atualidade, é a quantidade de água disponível tanto para a vida humana, quanto para a economia. Tal preocupação, aparentemente contraditória, é real quando comparamos as quantidades de água existente e disponível. A contradição reside no fato de que 70% da superfície da Terra é coberta por água, atingindo um volume de 1,5 milhões de km2. Mas é preciso lembrar que 98% dessa água é salgada e imprópria para o uso, a menos que seja dessalinizada, processo oneroso demais para suprir grandes populações. Dos restantes 2% de água doce, boa parte aparece retida, na forma de gelo, em calotas polares ou então na forma de águas subterrâneas. Conclusão: apenas cerca de 0,44% da água do planeta Terra aparece em disponibilidade para os seres vivos.

A crise da água

O crescimento desordenado das cidades gera dois graves problemas: poluição e consumo. A poluição é determinada pelo lançamento e acúmulo, nas águas, de esgotos domésticos e despejos industriais. Uma vez poluída, a água não pode ser consumida, afetando a saúde humana, bem como as outras formas de vida. É evidente que a poluição hídrica é intensificada com o aumento da pobreza. Sabemos que em regiões pobres, normalmente situadas na periferia das grandes cidades, os esgotos sanitários e o lixo doméstico, sem qualquer tratamento, são diretamente lançados em águas. Estudos feitos pela UNESCO mostram que, desde o começo do século, o consumo d’água aumenta numa proporção de duas vezes o crescimento populacional.
A previsão é de que, nos próximos 50 anos, o consumo de água deverá superar a quantidade disponível para o uso.

Como prevenir a crise da água?

Existem inúmeras medidas que, se forem tomadas, reduzirão em muito o consumo de água; entre as principais podemos citar:
  1. economizar água evitando o desperdício;
  2. saneamento básico, ou seja, tratamento dos esgotos domésticos;
  3. tratamento dos poluentes líquidos industriais para que possam ser reutilizados;
  4. projetos de irrigação evitando o consumo exagerado;
  5. proteção dos mananciais das regiões de nascentes dos rios.
Enfim, a falta de água é tão evidente que ela passou a ser considerada o ouro do século XXI.



O aquecimento global afetará diretamente os ecossistemas de água doce


A estabilidade dos ecossistemas de água doce estará seriamente comprometida se a temperatura do planeta aumentar, de acordo com cientistas.
Pesquisadores da Universidade Queen Mary, de Londres, analisaram o plâncton que existe em água doce – estruturas pequenas que são a base da cadeia alimentar nos meios aquáticos. Eles aqueceram o plâncton em 4 graus Celsius, o aumento de temperatura que os rios do planeta podem ter no próximo século, e fizeram uma descoberta alarmante.
O fitoplâncton, plantas microscópicas, sofriam uma diminuição considerável em seu tamanho quando expostos a temperaturas maiores. Basicamente, o fitoplâncton maior pode fazer mais fotossíntese, mesmo que o fitoplâncton menor esteja em maior número.
Pelo fitoplâncton ser capaz de produzir seu próprio alimento, eles são uma fonte de alimento para o zôoplancton – animais muito pequenos que, por sua vez, servem de alimento para animais um pouco maiores, seguindo-se, assim, a progressão natural da cadeia alimentar.
Mas quando o fitoplâncton se modifica, toda essa escala é comprometida.
Os cientistas responsáveis pela pesquisa acreditam que isso não quer dizer que a vida em água doce será extinta, mas que existirão mudanças e que ela, provavelmente, não ficará parecida com o modelo que conhecemos hoje.